No Brasil e em algumas partes do mundo cresce o número de pessoas que se dizem sem religião, conforme apontam os levantamentos estatísticos recentes. No entanto, percebemos que ao mesmo tempo cresce a crença e a prática de diversas formas de superstição, o que nos leva a concluir que essas pessoas, em sua maioria, não estão migrando das religiões instituídas para o ateísmo ou para o agnosticismo, mas sim para uma forma de "religiosidade" individualista e perigosa para alma e a salvação das mesmas.
No breve vídeo postado abaixo (4 minutos), que convido você a assistir, o padre Duarte Sousa, da Diocese de Lamego (Portugal), fala sobre os riscos espirituais da prática supersticiosa.
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